quarta-feira, janeiro 25, 2006

Falando em música...


além de continuar fã número 1 do Sir Elton John, agora casado (!), e um pensando em ir ao show do U2 em São Paulo, mas provavelmente não vou..., agora resolvi aprender um pouco e diminuir a minha (quase total) ignorância sobre música clássica.
Entre as várias horas já escutada nos últimos dias..., estou preferindo Bach (parece como a maioria...). Atualmente "estudo" um pouco os Concertos de Brandenburg além das Suítes.
Vocês sabiam que ele teve 20 filhos?

Falando em leituras...


estou atualmente, entre os vários livros lendo ao mesmo tempo, lendo

As intermitências da Morte de José Saramago e
La mort dans l'âme de Jean-Paul Sartre

também tenho lido a
História da Beleza de Umberto Eco

Volp

Volp - Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa

Achei bem interessante esta dica. Está no site da ABL - Academia Brasileita de Letras - e é o vocabulário considerado oficial no Brasil. Existe um mecanismo de busca no site que ajuda ao usuário escalrecer dúvidas quanto à grafia das palavras, digitando o termo por completo ou somente uma parte deste.
Ótimo também para estudantes ou até para passar o tempo (ajuda nas palavras-cruzadas...)
Vale a pena conferir:
www.academia.org.br

aproveitando e dando uma "voltinha" pela academia também...

quinta-feira, dezembro 08, 2005

JOHN LENNON : 25 years...


Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today...

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace...

You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world...

You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one

quinta-feira, dezembro 01, 2005

Teste de banda larga ADSL

Está precisando testar o ADSL?

Teste aqui.

Answers.com


Acabei de descobri este mecanismo de busca após ter baixado o Firefox 1.5. Parece interessante.
http://www.answers.com/

Firefox 1.5



O Firefox 1.5 foi lançado ontem e está disponível, por enquanto somente em inglês, no site http://www.mozilla.com/firefox/. Para quem não conhece é o browser principal concorrente do Internet Explorer. Eu tenho usado em alguns computadores e gosto bastante, principalmente porque me parece (subjetivo?) que carrega bem mais rápido. Pode-se baixar também o Thunderbird, concorrente do Outlook Express. E ambos são grátis.



30/11/2005 - 11h36
Firefox sofre maior transformação desde lançamento
da Folha Online

O navegador Firefox acaba de sofrer sua maior transformação desde que foi lançado, em novembro de 2004. A versão 1.5 do software, lançada ontem, promete aos usuários mais velocidade no acesso a sites, organização, eficácia no bloqueio de pop-ups e melhor acessibilidade, entre outras funções.

Desde o lançamento oficial, o browser tornou-se uma alternativa ao Internet Explorer, que perdeu mercado para a novidade. Segundo o site "Cnet", o Firefox --que já foi baixado mais de 100 milhões de vezes-- tem 40 milhões de usuários ativos e 8% do mercado de navegadores.

Uma das novas funções do programa está relacionada à visualização da página: com o "drag and drop", o usuário organiza com facilidade os links que devem aparecer em sua barra de ferramentas. Além disso, a caixa de buscas --que já tinha Google e Yahoo!, entre outros sites-- ganhou mais uma alternativa: o Answers.com.

A nova versão do Firefox também apresenta novidades em relação à segurança. Sistemas de alerta avisarão os internautas quando houver atualizações disponíveis. Para aqueles preocupados com a privacidade, o browser tem uma função que permite apagar --sem qualquer burocracia-- o histórico de navegação e arquivos baixados, por exemplo.

Segundo o "Cnet", a Mozilla Foundation pretende oferecer novas versões com mais freqüência daqui para frente. O Firefox 2.0 deve estar disponível em meados de 2006, enquanto o 3.0 deve chegar aos usuários no primeiro trimestre de 2007. As atualizações relacionadas a segurança serão liberadas a cada seis ou oito semanas, afirma a página.

quarta-feira, novembro 30, 2005

F1 2006

A princípio este é o calendário da F1 para 2006.
Anotem em suas agendas!

e para quem vai torcer para o Barichello, o número dele este ano é o 11!



12.mar - Bahrain
19.mar - Malásia
2.abr - Austrália
23.abr - San Marino
7.mai - Europa
14.mai - Espanha
28.mai - Mônaco
11.jun - Reino Unido
25.jun - Canadá
2.jul - EUA
16.jul - França
30.jul - Alemanha
6.ago - Hungria
27.ago - Turquia
10.set - Itália
17.set - Bélgica
1.out - China
8.out - Japão
22.out - Brasil (sujeito a aprovação de contrato)

Voce ainda não é doutor?!

Pois o que acontece após a banalização de mestrados e doutorados, num país como o nosso, onde estes títulos passaram a ser exigidos para simples cargos e empregos e não para os "pesquisadores natos" só podia ser coisa como estas. Inacreditável, mas verdade.... Lamentável.


pensata
08/11/2005
Brasil forma doutor em fraude


Não passa de asneira a recorrente a idéia de que a corrupção é monopólio do governo e a sociedade sua vítima. A corrupção é, em larga medida, resultado de uma sociedade que não fiscaliza e, pior, em que alguns setores de elite são coniventes com as mais diferentes modalidades de mazelas que vão de sonegar impostos até subornar o guarda. Estamos inventando até mesmo a fraude com doutorado.

A Folha nesta segunda-feira divulgou detalhes do mercado da venda de dissertações de mestrado e de doutorado por valores que chegam a R$ 2.000. Podem-se encontrar os vendedores abertamente na internet, todos eles, claro, titulados. Mas a verdade é que junto com seus clientes, eles participam de uma fraude.

Tão triste quanto a questão ética e o truque acadêmico. Os vendedores dos trabalhos dizem que basta fazer um amontoado de citações acompanhadas de uma profusão de notas de rodapé --tudo isso com algum requinte de organização de informações-- para que a faculdade se dê por satisfeita e o aluno saia com um título de mestre ou doutor.

Coluna originalmente publicada na Folha Online, na editoria Pensata.








capital humano
07/11/2005
Comércio de teses e dissertações atrai pós-graduandos


Uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado de 150 páginas pode ser comprada por R$ 2.000 em empresas especializadas. O prazo de entrega varia de um a dois meses. O negócio se profissionalizou de tal forma que a qualidade das monografias, teses e dissertações feitas sob encomenda é reconhecida pelas bancas examinadoras de instituições famosas pela produção intelectual qualificada.

Um dos profissionais entrevistados pela Folha vendeu uma dissertação na área de economia, aprovada pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio, e uma na de literatura, que será defendida em breve perante uma banca da Universidade de São Paulo (USP).

O autor dos trabalhos é R. M., 36, mestre, doutor e professor de filosofia de uma importante universidade carioca. Ele afirmou que a empresa para a qual presta serviços de "pesquisador" é uma pequena indústria que chega a produzir teses de doutorado até na área de medicina.

"O baixo nível de exigência da universidade brasileira abriu esse mercado, que permite que pessoas sem qualquer intimidade com um determinado assunto, mas que saibam organizar informações, possam fazer teses e dissertações para vender", diz R. M., para quem trabalhos acadêmicos podem ser feitos mecanicamente, contando com a indiferença de professores universitários.

Nos classificados dos principais jornais do Rio e na internet há dezenas de empresas oferecendo esses serviços. Foi dessa forma que professores universitários ouvidos pela Folha disseram ter constatado a existência desse mercado, apesar de nunca terem registrado casos semelhantes em seus departamentos.

"A oferta é tão explícita que é quase uma pressão sobre os alunos", diz Cláudia Márcia da Rocha, professora do departamento de letras vernáculas da faculdade de letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Tenho 37 anos de magistério e nunca imaginei que veria esse tipo de coisa ser feita abertamente."

"Erudição balofa"
Liliana Cabral Bastos, coordenadora do programa de pós-graduação de letras da PUC-RJ, acha que vendedores de teses aproveitam-se de falhas das instituições.

Segundo R.M., que produz trabalhos acadêmicos sob encomenda há um ano, qualquer pessoa que saiba organizar informações e escrever bem pode elaborar um trabalho padrão a partir da pesquisa e da bibliografia entregues por quem faz a encomenda.

"É o que eu chamo de erudição balofa: muitas citações, costuradas com os parágrafos chavões da academia, naquele indefectível estilo impessoal da terceira pessoa." A falta de originalidade dos trabalhos pode, sim, servir de estímulo a esse mercado, conta Herli Menezes, professor de metodologia do ensino de ciências na Faculdade de Educação da UFRJ. Ele acha que a padronização do texto acadêmico beneficia essa fraude.

Insegurança e falta de tempo
Profissionais e estudantes entrevistados pela Folha afirmam que a compra e a venda dos trabalhos são estimuladas por falta de tempo, insegurança e pouco interesse por pesquisa. O advogado C.B., 27, do Espírito Santo, comprou a monografia com a qual se formou em direito na Universidade Salgado de Oliveira, de Campos (RJ).

Pagou R$ 50 pelo projeto de pesquisa e R$ 200 pela monografia. Quem vendeu foi uma colega da própria faculdade, que estava um período à frente.

O advogado disse que encomendou a monografia porque, na época, estava mais preocupado em estudar para as provas finais.

"Sabia que não conseguiria conciliar as duas coisas e que a monografia não me traria qualquer retorno." O trabalho, somado com a apresentação diante da banca, foi aprovado. C. B. ainda vendeu a mesma monografia por R$ 200 para dois outros estudantes.

Banca mais exigente
Para evitar que alunos apresentem trabalhos comprados, a saída é formar bancas qualificadas para avaliar a apresentação, segundo Marcelo Milano Vieira, professor de estudos organizacionais da Escola Brasileira de Administração Pública de Empresas da Fundação Getúlio Vargas.

"Basta a banca fazer perguntas específicas sobre a coleta dos dados e a origem das informações usadas em dissertações e teses.

" Como os trabalhos feitos sob encomenda seguem um formato padrão aceito nas universidades, Vieira diz que a banca pode descobrir a fraude formulando perguntas fora do modelo determinado. Ele atribui o crescimento da compra de trabalhos de pós-graduação a profissionais sem interesse ou condições intelectuais para fazer mestrado ou doutorado, mas que são pressionados pelas empresas a obter um título. "São executivos que só querem o certificado e, para isso, buscam trabalhos sob encomenda.

" O número reduzido de professores e a grande quantidade de pós-graduandos agravam o problema, opina a professora Cláudia Márcia da Rocha, da UFRJ. "Há turmas de mestrado com 40 alunos. Não há como dar conta de todos", avalia Rocha. Ele conta ainda que um amigo, professor da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia), cobra dos alunos que produzam textos em aula, para evitar problemas como plágio ou compra de trabalho.

BRUNO GARSCHAGEN
da Foha de S.Paulo


 
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